arqui]vos de antropo[logia

[D 1, 4]

Baudelaire como poeta do Spleen de Paris. “Uma das características essenciais dessa poesia, na verdade, é o tédio na bruma, tédio e nevoeiro misturados (nevoeiro das cidades); numa palavra, é o spleen.” François Porché, La Vie Douloureuse de Charles Baudelaire, Paris, 1926. p. 184.

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