arqui]vos de antropo[logia

[D 2a, 8]

Tédio nas cenas de cerimônia representadas nos quadros históricos e o dolce far niente dos quadros de batalhas, com tudo o que reside na fumaça de pólvora. Das imagens de Épinal até a Execução do Imperador Maximiliano do México, de Manet, encontra-se a sempre igual e sempre nova miragem, sempre o vapor no qual surge o Mogreby <?> ou o gênio da garrafa diante dos olhos sonhadores e distraídos dos amantes da arte. ■ Morada de sonho, museus ■

nota[s] do[s] editor[es]
[J.L.] [Mogreby <?>] Talvez uma referência ao “Magrebino” (Maghrébin), o mágico de “Aladim e a Lâmpada Mágica”, das Mil e Uma Noites. Cf. a referência ao “Mograby” no ensaio “Neapel” (Nápoles), in: GS IV, 313.

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